criada em: 12/11/2025

Olá, eu me chamo Letícia, tenho 31 anos, e escrevo este apelo com o coração cheio de esperança, mas também de urgência. Tudo o que eu mais quero hoje é o que toda mãe sonha: a chance de ver minha filha crescer.
No dia 22 de setembro de 2025, dei entrada no Hospital São Luiz para o nascimento da minha pequena Helena. Aquele deveria ser o dia mais feliz da minha vida, mas as complicações começaram logo após o parto e transformaram nosso sonho em uma luta desesperada pela sobrevivência.
Desde aquele dia, minha casa tem sido o hospital. Já enfrentei duas intervenções cirúrgicas críticas e longos dias na Unidade de Terapia Intensiva. Houve momentos em que os médicos foram realistas sobre a gravidade do meu estado, mas o amor pela Helena me manteve de pé. Eu ainda estou lutando, mas meu corpo está exausto.
O Desafio Clínico
Durante o período final da gravidez, desenvolvi uma obstrução intestinal severa que evoluiu para um quadro de sofrimento tecidual.
Primeira tentativa: A cirurgia precisou ser interrompida devido a uma arritmia cardíaca grave e instabilidade na pressão.
Segunda tentativa: Meu organismo novamente não respondeu bem ao procedimento invasivo tradicional, apresentando sinais de choque.
Agora, o diagnóstico é claro: preciso de uma reconstrução abdominal complexa para fechar as bolsas de colostomia e tratar uma fístula que impede minha recuperação. Os especialistas afirmam que meu corpo não suporta mais uma cirurgia aberta convencional.
A Nossa Única Esperança
A única alternativa viável para que eu sobreviva e tenha qualidade de vida é a cirurgia robótica avançada. Por ser minimamente invasiva, ela reduz drasticamente os riscos de novas complicações e permite que meus órgãos sejam reorganizados com a precisão necessária.
Infelizmente, o convênio não autoriza a cobertura dessa tecnologia, e o valor particular é extremamente alto — algo totalmente fora da realidade financeira da minha família.
Um Apelo de Mãe
Desde que a Helena nasceu, eu só pude senti-la nos meus braços por breves minutos. A dor física é grande, mas a dor da ausência é o que mais machuca. Ela precisa de mim, e eu preciso estar lá para cada passo, cada palavra e cada abraço.
Como você pode ajudar?
Doando: Qualquer quantia, por menor que pareça, nos aproxima da meta.
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Preciso dessa cirurgia para voltar a comer, para voltar a andar e, acima de tudo, para ser a mãe que a Helena merece.
Muito obrigada por ler minha história e por sua generosidade. Que esse gesto retorne em dobro para você.
Com gratidão, Letícia e família.
Conta do Luiz Pai da LETÍCIA Ajude não importa o valor.
